CONFESSO-TE... gosto de estar só comigo...refletir... emoções...vivencio-as, sentindo cada uma delas... cutuco-as sem freios... curto as alegrias...sofro as dores... sinto as lágrimas...exorcizo os fantasmas... E do mergulho, tento emergir leve, continuar viva...e vivendo... O que mais incomoda, é que repentinamente descubro que nunca fomos par... que para ser dois precisa mostrar-se...desnudar a alma... e isto é raro de se viver, tem que ter coragem, e nem todos tem... Comum é pensar que houve cumplicidade, enquanto houve duplicidade acompanhada de falsidade... Incomoda, é sentir que em meu coração foi feito verso, rimando amor com ator e dor... Confesso-te...enlou-cresci, e uma coisa é certa, sou céu...és mar... que no repouso de meus olhos, juntos, no horizonte estão, unidos neste plano, jamais estarão! SC/09/01/06 Rosi Marques
Publicado no Recanto das Letras
em 09/01/2006
Edição/Formatação
Médic@RJ
Niterói/RJ/Brasil
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